quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Aula do dia: 14 de fevereiro.

Violência sexual: caracterização e análise de casos revelados na escola

A violência sexual contra crianças e adolescentes é muito crescente cotidianamente, as mesmas configuram-se como sendo práticas eróticas e sexuais impostas à criança e ao adolescente pela violência física, ameaça ou indução de sua vontade, engloba ainda situação de exploração sexual visando lucros como a prostituição e pornografia. 
As autoras trazem ainda as sub-categorias de violência sexual, DOMÉSTICA: exercida na esfera privada, dentro da residência da vítima, os agressores não são necessariamente familiares, podem ser outras pessoas que vivem na mesma casa. VIOLÊNCIA INTRA-FAMILIAR: acontece dentro da família é perpetrada por agressor que possui uma relação de parentesco ou vínculo familiar com a vítima ou que vive sobre o mesmo teto que a vítima. EXTRA-FAMILIAR: ocorre fora do âmbito familiar, podendo ser cometida por conhecidos, como vizinhos e colegas ou por desconhecidos.
Entretanto, a violência sexual cometida com crianças e adolescentes é praticada em maior parte por alguém da família dificultando assim a denuncia e a descoberta.
De acordo com a pesquisa feita pelas autoras foi possível identificar seis modos pelos quais se dá a identificação da violência sexual: relato da vítima; presença de sinais físicos; falta as aulas; alteração de comportamento; comportamento sexual inadequado e resposta a um questionário. Vale ressaltar que muitas vezes mesmo com o relato da vítima o ouvinte não acredita, como é o caso de muitos padastros violentarem a filha de suas companheiras e as mesmas falarem para suas mães e elas não acreditam.
Pesquisas mostram que a escola tem pouca participação na identificação da violência sexual sofrida por seus alunos e mesmo quando a ocorrência da mesma é suspeitada ou de fato confirmada muitos professores e demais profissionais da escola se sentem inseguros e optam por ficarem calados.

    

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