Iniciamos está aula discutindo sobre os métodos avaliativos que serão utilizados para a finalização da disciplina em questão, em seguida assistimos a um vídeo intitulado: VIAGEM FANTÁSTICA - AMOR E SEXO apresentado pelo médico Drauzio Varela. O mesmo foi muito interessante, pois nos permitiu ver coisas que sentimos e como fica nosso corpo ao nos apaixonarmos, o que acontece durante o sexo, a fecundação, gravidez e parto.
RESUMO DO TEXTO: ORIENTAÇÃO SEXUAL NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS.
Hoje o assunto “sexo” é bastante
comum entre os jovens em rodas de conversa, neste sentido se faz importante o
papel da escola na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez
precoce. É comprovado que quanto maior a escolaridade menor será a incidência
destes problemas que muitos jovens passam. Portanto, cabe à escola e não mais
apenas a família desenvolver uma ação crítica reflexiva e educativa que promova
a saúde das crianças e dos adolescentes.
Os PCNs pretendem ser um
referencial fomentador da reflexão sobre os currículos escolares, uma proposta
aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de
suas propostas curriculares, mas como não tratar nas escolas um assunto tão
presente na mesma?
Antes, o tema sexualidade na
escola era algo difícil de acontecer, entretanto atualmente isto mudou, os pais
aprovam a realização de orientação sexual nas escolas por ser um tema tão atual
e comum a qualquer pessoa. Se antigamente a temática eclodiu num momento em que
a sífilis fazia muitas vitimas, hoje há uma preocupação com a AIDS/DST e o
aumento de casos de gravidez precoce na adolescência, portanto atribui-se a
escola contribuir para a prevenção de tais assuntos.
No Brasil, a inserção da educação
sexual na escola operou-se a partir de um deslocamento no campo discursivo
sobre sexualidade de crianças e adolescentes. Nos anos 20 e 30, os problemas de
“desvios sexuais” deixam de ser percebidos como crime para serem concebidos
como doença, desta forma a escola tem o papel de desenvolver comportamentos
normais.
É importante ressaltar que os
professores não devem associar sexo à doença, mas sim promover ações que visem
a prevenção das mesmas, como afirma a autora Helena Altmann “Os PCNs instruem
que, ao tratar sobre doenças sexualmente transmissíveis, os professores não
devem acentuar a ligação entre sexualidade e doença ou morte (...)”.
Ressaltamos a importância da
saúde sexual e como promover tal com responsabilidade, daí faz-se necessário
que as informações levem os alunos a refletirem sobre tais cuidados.
Desta forma o tema Orientação
Sexual não deve ter apenas um caráter informativo, mas sim de intervenção
buscando contribuir de forma satisfatória para a verdadeira educação sexual.
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