quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014




PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO E DA APRENDIZAGEM – PDA
AUTO AVALIAÇÃO/ SEMESTRE: 2013.2

NOME/ TURMA/ TURNO: Isabele de Lima Fernandes, 2010.1
01
Questionamento
SIM
NÃO
Às vezes
02
Consegui ser pontual, dentro do possível?
x


03
Fui assíduo?
x


04
Estive atento na hora da aula?
x


05
Entreguei trabalho em dia marcado
x


06
Colaborei com minha turma e colegas?
x


07
Dei minha opinião respeitando a dos outros?
x


08
Estudei os textos sugeridos?
x


09
Li sobre o assunto indo além do que foi sugerido?
X


10
Fui capaz de desenvolver meu trabalho com autonomia?
x


11
Tomei a iniciativa de apresentar novas ideias propostas?

x

12
Adquiri conhecimentos?
x


13
Sou capaz de aplicar o que aprendi na minha vida prática?
x


14
Escrevo com clareza e correção?
x


15
Consigo solicitar a ajuda da professora quando necessário?
x



Acho que meu esforço este bimestre poderá ser traduzido pela seguinte nota: 9,0

O que tenho ainda a dizer...
Primeiramente quero agradecer a professora pela paciência e seu esforço em fazer com que pudéssemos refletir sobre o ensino da sexualidade com mais clareza. No mais tudo foi muito bom, as dinâmicas, os textos, bem como a forma de avaliação que se constitui em diversas atividades e o blog.



quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Análise da Imagem


A referida imagem mostra-nos um casal em um momento de carinho e sensualidade em um lugar paradisíaco, mesmo estando com seus corpos nus a imagem não transmite vulgaridade, mas sim a beleza de um momento entre um casal cheios de vontade de estarem juntos em um amor verdadeiro. Desta forma podemos concluir que a imagem mostra que a sexualidade é algo singelo, cheio de carinho e acima de tudo cumplicidade.

Acadêmicas: Isabele de Lima Fernandes e Rafaella Nascimento dos Santos.

Aula do dia: 14 de fevereiro.

Violência sexual: caracterização e análise de casos revelados na escola

A violência sexual contra crianças e adolescentes é muito crescente cotidianamente, as mesmas configuram-se como sendo práticas eróticas e sexuais impostas à criança e ao adolescente pela violência física, ameaça ou indução de sua vontade, engloba ainda situação de exploração sexual visando lucros como a prostituição e pornografia. 
As autoras trazem ainda as sub-categorias de violência sexual, DOMÉSTICA: exercida na esfera privada, dentro da residência da vítima, os agressores não são necessariamente familiares, podem ser outras pessoas que vivem na mesma casa. VIOLÊNCIA INTRA-FAMILIAR: acontece dentro da família é perpetrada por agressor que possui uma relação de parentesco ou vínculo familiar com a vítima ou que vive sobre o mesmo teto que a vítima. EXTRA-FAMILIAR: ocorre fora do âmbito familiar, podendo ser cometida por conhecidos, como vizinhos e colegas ou por desconhecidos.
Entretanto, a violência sexual cometida com crianças e adolescentes é praticada em maior parte por alguém da família dificultando assim a denuncia e a descoberta.
De acordo com a pesquisa feita pelas autoras foi possível identificar seis modos pelos quais se dá a identificação da violência sexual: relato da vítima; presença de sinais físicos; falta as aulas; alteração de comportamento; comportamento sexual inadequado e resposta a um questionário. Vale ressaltar que muitas vezes mesmo com o relato da vítima o ouvinte não acredita, como é o caso de muitos padastros violentarem a filha de suas companheiras e as mesmas falarem para suas mães e elas não acreditam.
Pesquisas mostram que a escola tem pouca participação na identificação da violência sexual sofrida por seus alunos e mesmo quando a ocorrência da mesma é suspeitada ou de fato confirmada muitos professores e demais profissionais da escola se sentem inseguros e optam por ficarem calados.

    

Aula do dia 07 de fevereiro e resumo do texto: ORIENTAÇÃO SEXUAL NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS.

Iniciamos está aula discutindo sobre os métodos avaliativos que serão utilizados para a finalização da disciplina em questão, em seguida assistimos a um vídeo intitulado: VIAGEM FANTÁSTICA - AMOR E SEXO  apresentado pelo médico Drauzio Varela. O mesmo foi muito interessante, pois nos permitiu ver coisas que sentimos e como fica nosso corpo ao nos apaixonarmos, o que acontece durante o sexo, a fecundação, gravidez e parto.  




RESUMO DO TEXTO: ORIENTAÇÃO SEXUAL NOS PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS.

Hoje o assunto “sexo” é bastante comum entre os jovens em rodas de conversa, neste sentido se faz importante o papel da escola na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez precoce. É comprovado que quanto maior a escolaridade menor será a incidência destes problemas que muitos jovens passam. Portanto, cabe à escola e não mais apenas a família desenvolver uma ação crítica reflexiva e educativa que promova a saúde das crianças e dos adolescentes.
Os PCNs pretendem ser um referencial fomentador da reflexão sobre os currículos escolares, uma proposta aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas propostas curriculares, mas como não tratar nas escolas um assunto tão presente na mesma?
Antes, o tema sexualidade na escola era algo difícil de acontecer, entretanto atualmente isto mudou, os pais aprovam a realização de orientação sexual nas escolas por ser um tema tão atual e comum a qualquer pessoa. Se antigamente a temática eclodiu num momento em que a sífilis fazia muitas vitimas, hoje há uma preocupação com a AIDS/DST e o aumento de casos de gravidez precoce na adolescência, portanto atribui-se a escola contribuir para a prevenção de tais assuntos.
No Brasil, a inserção da educação sexual na escola operou-se a partir de um deslocamento no campo discursivo sobre sexualidade de crianças e adolescentes. Nos anos 20 e 30, os problemas de “desvios sexuais” deixam de ser percebidos como crime para serem concebidos como doença, desta forma a escola tem o papel de desenvolver comportamentos normais.
É importante ressaltar que os professores não devem associar sexo à doença, mas sim promover ações que visem a prevenção das mesmas, como afirma a autora Helena Altmann “Os PCNs instruem que, ao tratar sobre doenças sexualmente transmissíveis, os professores não devem acentuar a ligação entre sexualidade e doença ou morte (...)”.
Ressaltamos a importância da saúde sexual e como promover tal com responsabilidade, daí faz-se necessário que as informações levem os alunos a refletirem sobre tais cuidados.
Desta forma o tema Orientação Sexual não deve ter apenas um caráter informativo, mas sim de intervenção buscando contribuir de forma satisfatória para a verdadeira educação sexual.




sábado, 15 de fevereiro de 2014

AULA DO DIA: 13/12/2013

Esta aula iniciou-se com a dinâmica TEIA DE ARANHA. A mesma consistia em escolhermos uma pessoa e olhando para ela dizermos a importância desta pessoa e o que desejo para tal e em seguida jogar para ela o fio de barbante e assim sucessivamente até formar uma grande teia. 
Está dinâmica foi bastante emocionante, foram muitas lágrimas ao falarmos de pessoas especiais e das amizades que fizemos ao longo desses quatro anos, finalizando a dinâmica todas nós nos abraçamos.

Após a dinâmica demos inicio aos nossos estudos, a professora dividiu a sala em grupos para que pudéssemos fazer o estudo de alguns casos envolvendo a sexualidade e ainda solicitou que dessemos um nome ao grupo e assim eu e as demais integrantes do grupo escolhemos o titulo: O DESABROCHAR DA ROSA.

Nosso caso era o seguinte: Tiago, 5, assiste a um filme pornô na TV a cabo e depois quer fazer sexo oral com a prima da mesma idade.

Deveríamos pensar em uma solução enquanto professoras, e após discussões elaboramos a seguinte solução:

>>>> Conversar com a criança de forma particular e questionar onde a mesma viu tal atitude, explicar que isto não é coisa de criança, em seguida, chamar os pais da criança para relatar o acontecido pedindo cautela para com a programação assistida pelo filho. 

Tínhamos também a resposta do especialista Marcos Ribeiro que dizia:

No caso filme pornô, é preciso perguntar o que ela viu e mostrar que a realidade das pessoas não é aquela. Explique que os filmes são feitos para despertar vontade nas pessoas, mas que sexo não é só aquilo, tem carinho e afeição. É importante que a criança cresça fazendo essa assimilação.

Em seguida, houve a socialização das respostas de todos os grupos.
Aula do dia: 06/12/2013


Tema: HOMOFOFIA


Iniciamos está aula discutindo sobre um tema bastante atual nos dias de hoje a HOMOFOBIA, a mesma define-se como um conjunto de emoções e atitudes negativas e preconceituosas com os grupos LGBT.
Para melhor reflexão assistimos a dois vídeos de campanhas contra a homofobia:

MEC – Brasil – Encontrando Bianca  

O vídeo Encontrando Bianca é uma produção do MEC para as escolas com o objetivo de combater a homofobia, tendo em vista o grande número de assassinatos contra os LGBT, só no Brasil entre 1963 e 2011, 2.092 integrantes do grupo LGBT foram assassinados. A média brasileira é que ocorra 1 homicídio homofóbico a cada 3 dias.






A questão homossexual na Irlanda


Já o vídeo Irlandês é uma propaganda também contra o bullying homofóbico, ressaltando a importância da ajuda dos amigos e familiares contra as atitudes preconceituosas.
Entretanto, mesmo com todas estas campanhas de cunho educativo, muitos professores e a própria escola  não aceitam as relações homossexuais, e isto acarreta sérios danos ao aluno, levando o mesmo ao fracasso escolar, dificuldades de demonstrar afeto e cuidar de si mo.


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Aula do dia 22 de Novembro



SEXUALIDADE NA ESCOLA





SEXUALIDADE NA ESCOLA

Trabalhar a sexualidade na escola tem sido durante anos algo tido como “proibido”, os professores em sua maioria não sentem-se a vontade para trabalhar tal temática com seus alunos, entretanto nos dia atuais cada vez mais cedo os adolescentes descobrem e sentem-se curiosos para debaterem sobre a sexualidade. Desta forma a escola e os professores devem superar tabus e incluir em suas aulas o referido assunto, buscando esclarecer as dúvidas que permeiam os alunos. A TV veicula novelas, filmes dentre outras programações que de certa forma em alguns momentos são erotizadas fomentando assim a curiosidade das crianças e dos adolescentes.
 Desta forma os professores devem ter uma postura informativa e orientadora buscando tratar de assuntos tais como: iniciação sexual, doenças sexualmente transmissíveis, métodos anticoncepcionais dentre outros assuntos.  Claro que a família também tem seu papel importante nestas informações, os mesmos devem conversar com seus filhos e orientá-los sem receio, pois a escola sozinha não dará conta deste papel, sendo assim reforçamos a importância da relação família e escola, mas encontramos famílias que possuem valores conservadores e preferem não falar sobre o assunto cabendo a escola toda responsabilidade de informá-las.
Segundo os PCN's, a orientação sexual deve fazer parte do Plano Político Pedagógico da escola, sendo desenvolvida de forma continuada por todas as disciplinas, não apenas com ações pontuais e/ou isoladas. Ela deve contribuir para a construção de seres livres, capazes de desenvolver e exercer sua sexualidade com prazer e responsabilidade, bem como para garantir o acesso à saúde, ao conhecimento e à informação, direitos fundamentais de todo cidadão.

REFERÊNCIA: Brasil. Secretária de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: pluralidade cultural, orientação sexual / Secretária de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF, 1997.